O Pokémon que eu conheço é aquele dos filmes, lançado no Brasil em meados dos anos 2.000. Filmes que confesso nem ter assistido, porque eu já tinha mais de 20 anos e tirando a Pucca e a Hello Kitty, os animes orientais nunca me fizeram brilhar os olhos.
Mas confesso que me rendi a curiosidade de instalar o jogo e brincar um pouquinho.
Isso aconteceu depois de um almoço com os estagiários - normalmente silencioso - no refeitório do escritório.
Eu trabalho numa empresa de tecnologia, e pra ajudar, todo verão nos Estados Unidos a empresa lança uma campanha de entretenimento. Em 2015 tivemos sessões animadas da Star Wars com direito a Pipoca e Refrigerante; e indiscutivelmente o tema deste ano será o Pokémon Go!
Confesso que, depois de quase 1 mês de login ativo desanimei um pouco com o aplicativo - principalmente porque a concorrência é "nervosa e desleal". Confesso que a revolta bate quando você vê que a maioria da galera ao seu lado já se rendeu ao simulador de GPS e ao programa robô que joga por você.
No começo até rolava um papo sobre a Niantic banir os usuários que estavam infringindo as regras do jogo. No site deles até existe um formulário para denúncias; mas fala sério, ... acho que o negócio já alcançou uma proporção que, caso os "foras da Lei" sejam banidos, não haverá mais jogadores eletivos interessados a participar.
Li algumas matérias do mundo Geek/Nerd - não entendo muito a diferença entre eles; sobre o assunto. A posição da maioria interessada é que agora o jogo vai se fortalecer, pois aqueles que entraram só no "calor da emoção" já estão desistindo e só ficarão os que gostam de verdade do jogo.
E quando é que me veio a ideia de escrever este post? Quando depois de ler e ver tudo isso, meu filho querido de apenas 5 anos me diz num sábado enquanto tomavamos café-da-manhã: "Mãe, acho que você já pode apagar o Pokémon Go, acho que agora eu só quero jogar Clash Royale - é bem mais divertido!" kkkkkk


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